UBE

LIDERANÇA ASSEMBLEIANA NACIONAL NEGOCIA APOIO A PRESIDENCIÁVEIS

25 maio 2010

josewellington

Representando ¼ do eleitorado nacional, as igrejas evangélicas se tornaram alvo dos pré-candidatos à Presidência da República, numa disputa que segundo os especialistas políticos promete ser a mais acirrada de todos os tempos.

Segundo a Folha Online, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) disputam o apoio das duas maiores igrejas do segmento: a Assembleia de Deus e a Universal do Reino de Deus.

Enquanto isso, a legítima irmã assembleiana Marina Silva (PV), encontra-se “escanteada” pela liderança evangélica, inclusive pela própria igreja que ela é membro.

Conforme o jornal, ela se reuniu com a comissão de pastores em março, no Distrito Federal, porém “o fato de ser considerado um azarão” dificulte o apoio assembleiano.

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus possui aproximadamente 10 milhões de fiéis, atraindo os interesses dos presidenciáveis, que já se reuniram com o pastor José Wellington Bezerra da Costa (Presidente Nacional da CGADB). Em 2002 ele apoiou José Serra no segundo turno, “Serra sempre teve um canal muito forte conosco e mantém contato direto com o pastor José Wellington. ‘Os dois conversam muito por telefone’, afirma o pastor Lélis Marinho, relator do Conselho Político da Assembleia de Deus e responsável por negociar com os partidos”, afirma a Folha Online.

Por sua vez, Dilma há seis meses participou do seu aniversário de 75 anos no templo da AD em Belenzinho – SP, que de púlpito saudou os fiéis com a paz do Senhor. Na ocasião ela foi presenteada com um exemplar da Bíblia, e em agradecimento afirmou que o presidente Lula defende os “valores cristãos” (desde quando?).

Ontem (24), foi veiculado no jornal Folha de São Paulo, que “o primeiro suplente de Orestes Quércia (PMDB) ao Senado será o pastor José Wellington, presidente da Assembleia de Deus em SP e também da convenção geral da igreja no Brasil. A escolha teve a bênção de Gilberto Kassab, cujo DEM tem entre seus vereadores paulistanos Marta Costa, filha do pastor”.

Veja no gráfico os aliados e o crescimento do segmento religioso:

1011689 Os meios de comunicação estão fervilhando com as  “boas novas” que a Assembleia de Deus está proporcionando ao povo brasileiro neste últimos dias! 

Continue orando pela “nossa” Assembleia de Deus.

Fonte: Folha Online 

       Folha Online (PE)

Um comentário :

  1. Prezado Charles de Oliveira,

    A Paz do Senhor!

    Em primeiro lugar, quero agradecer o convite para esboçar meu comentário em tão relevante assunto, mormente no ano em curso.

    Em seguida, esclareço que participo de diversas instituições assembleianas, a partir da Igreja onde sirvo, até a CGADB que é o órgão maior dentro da ordem que congrego, no entanto, meu parecer é estritamente pessoal, e isso não caracteriza qualquer interesse banal de conflitar com o pensamento de outros que possam pensar diferentemente, mesmo que sejam pares dentro dessas instituições.

    Creio que a Igreja, como corpo de Cristo, não precisa de política,uma vez que Jesus Cristo é o dono da sua obra, porém, na condição de instituição constituída por cidadãos comuns, precisamos sim de um bom relacionamento com os poderes constituídos, e esses, queiramos ou não, chegam ao exercício de suas funções através da política.

    Em assim sendo, entendo que a maior participação da igreja como instituição, não é a oficialização do voto de cabresto, mas a conscientização de seus membros para um voto coerente com os nossos princípios, mantendo logicamente a liberdade de pensar e agir de cada cidadão.

    Nessa linha de pensamento, entendo que tal conscientização, na eleição vigente, necessariamente teria que passar pela presidenciável Marina da Silva, uma vez que até prova em contrário, é uma irmã em Cristo, e em particular da nossa Assembléia de Deus, uma doméstica na fé.

    Quanto a participação de líderes da Igreja na política, quero aqui registrar que já fui alvo de convites e até mesmo pressões, mas continuo com a Palavra de Deus que nos ensina:

    " Aquele que milita a boa milícia, não se embaraça com as coisas desta vida, a fim de agradar aquele que o alistou para a obra."

    Simples, raso e objetivo!

    Não é nada contra qualquer pessoa, é apenas uma questão de princípio.

    Agora, se essa pessoa entendeu que existe uma mudança de direção em sua vida, que mude então e vá para a nova direção que recebeu. A conciliação das duas coisas, no meu entender, é no mínimo explosiva. Creio que existem muitas pessoas capacitadas em nosso meio para exercerem essa representatividade, e não necessariamente um líder da Igreja.

    Sei que esse meu entendimento é o de muitos, porém, a maioria não têm a coragem de se expressar, e sei que há motivos para isso.

    Também não saio por aí afrontando esse ou aquele, afinal, esse não é o meu perfil e isso também traz conseqüência, mas fazer o que, isso faz parte da vida de quem tem uma visão definida.

    Não estou condenando a política, pois entendo que deve haver conscientização do nosso povo, mas é preciso limites, principalmente sabendo que é tênue a linha que separa o corretas e anti éticas.

    Outrossim, reitero que esse posicionamento não se refere apenas ao que foi citado na sua matéria, mas no geral, inclusive naqueles casos mais simples até mesmo de vereança nas menores cidades.

    Um grande abraço!
    Pr. Carlos Roberto

    ResponderExcluir

COMENTE, todavia seja respeitoso e identifique-se, comentário "anônimo" não será postado. Obrigado!

Postagem mais recente Postagem mais antiga Página inicial
 
Copyright © 2015. O ASSEMBLEIANO .
Design by Herdiansyah Hamzah . Published by Mais Template .
Creative Commons License