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SUBMISSÃO E AMOR: MANDAMENTO AOS CÔNJUGES CRISTÃOS

19 maio 2010

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Como líder congregacional, sinto a necessidade de suprir as necessidades espirituais de todos os grupos que compõe a congregação local, por isso desenvolvemos uma escala programada de cultos temáticos, encabeçados pelo CULTO DA FAMÍLIA. Com o propósito de reunir as famílias na congregação, juntos refletirmos sobre os conflitos e problemáticas do cotidiano, buscando orientação e esperança na Palavra de Deus.

O Culto da Família é um trabalho embasado na oração e na exposição da Bíblia sagrada, pois entendemos que não existe congregação sadia, quando as famílias vivem em constantes conflitos. Não nos propormos a eliminar os problemas familiares, mas minimizá-los à luz das Escrituras.

Transcrevo abaixo a temática expositiva do nosso primeiro Culto da Família, realizado no dia 16 de julho de 2009.

 

TEXTO ÁUREO:

“Vós mulheres, sede submissas aos vossos próprios maridos, como convém no Senhor. Vós maridos, amai a vossas mulheres, e não as trateis asperamente.” (Colossenses 3.18,19)

COMENTÁRIO:

Nos dias de Paulo, mulheres, crianças e servos deveriam se sujeitar ao chefe da família – os servos se sujeitariam até serem livres; os meninos, até crescerem; e as mulheres e meninas, pela vida toda. Paulo apresentou regras para três grupos de relacionamentos familiares: (1) maridos e mulheres; (2) pais e filhos e (3) senhores e servos.

Em cada caso há uma responsabilidade mútua de se sujeitar e amar, obedecer e encorajar, trabalhar com afinco e ser justo. Hoje vamos nos limitar a comentar apenas o primeiro ponto, tendo em vista o caráter do nosso enfoque devocional: O Culto da Família.

A orientação de Paulo as mulheres cristãs tem a função de preservar a ordem hierárquica estabelecida por Cristo aos seus seguidores. Paulo orienta que as irmãs casadas, obedeçam à autoridade do seu marido – obediência em amor, de boa vontade, “como ao Senhor” .

O apóstolo tem em mente que as mulheres acatem sua orientação, pois este ensinamento “convém no Senhor”, ou seja, é prática comum àquelas que fazem profissão da genuína fé cristã.

De acordo com a Bíblia, o homem é a cabeça espiritual da família, e a sua mulher deve reconhecer a sua liderança. Não deve existir uma batalha constante por poder no relacionamento conjugal do cristão. A submissão raramente é um problema nos lares onde o casal possui um íntimo relacionamento com Cristo e onde cada um está preocupado coma felicidade do outro.

Sujeitar-se a outra pessoa é um conceito freqüentemente mal-entendido. Ele não significa tornar-se um capacho. Cristo sujeitou a sua vontade ao Pai; nós honramos a Cristo quando seguimos o seu exemplo.

Após esta benfazeja orientação pastoral às mulheres, Paulo volta-se para o cabeça do lar – o marido. Seu conselho contrapõe o costume romano de dar poder ilimitado ao chefe da família, concedendo ao marido um autoritarismo abusivo, coercitivo, baseado na aplicação da força e da violência. O homem romano comumente tratava a mulher como um objeto de prazer sexual, e ou como uma serviçal.

O marido cristão, nascido de novo, aconselhado pelo apóstolo é conduzido a um novo nível de relacionamento conjugal, agora baseado na força do amor, do respeito e do companheirismo. A verdadeira liderança espiritual em Cristo envolve serviço. Da mesma forma que o Senhor serviu aos discípulos, até mesmo a ponto de lavar seus pés, assim o marido deve servir à sua esposa. Isto significa colocar de lado os seus interesses próprios, a fim de cuidar de sua família.

 

BIBLIOGRAFIA:

O Novo Comentário do NT Aplicação Pessoal - CPAD

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